WhatsApp e a sua privacidade: O que está valendo?

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Privacidade pode ser também objetivo de uma empresa com fins lucrativos? Políticas de privacidade simplificadas, em tese, teriam a capacidade de orientar não só a decisão do consumidor em compartilhar seus dados como a entender as diferentes ofertas de privacidade entre empresas — especialmente em um mercado governado por consentimento e informação.

Para o economista Joseph Farrel em “Can Privacy be Just Another Good?”, as empresas teriam fortes incentivos para escolher práticas de privacidade “mais responsáveis” ou que aumentem o bem estar do consumidor. Mas para que isso ocorra, consumidores precisam saber claramente as implicações da coleta e tratamento de seus dados pessoais e se essas políticas são efetivamente implementadas pela empresa e pelo regulador em caso de descumprimento.

No entanto, as políticas de privacidade ainda sofrem de uma grande complexidade técnica e jurídica e são raramente entendidas pelos consumidores – ou mesmo lidas. O relatório “WhatsApp e sua Privacidade: o que está valendo?” elaborado pela equipe do projeto Privacidade Brasil busca auxiliar o entendimento da política de privacidade do aplicativo, assim como fomentar a discussão sobre o papel dessas políticas na diminuição da assimetria de informação, visando esclarecer como elas podem contribuir (ou não) para uma arquitetura de informação que auxilie na decisão do consumidor. Um dos maiores desafios para as políticas públicas de privacidade hoje é garantir informação eficiente e efetivo controle, objetivos muitas vezes confiados a essas políticas de privacidade. Boa leitura!

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